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Arquivo PDF document “OLHA OS PIRANGUEIROS!”: TERRITORIALIDADE ÉTNICA E DIREITOS HUMANOS NO MUNICÍPIO DO CONDE/ PB
por Mayra Porto de Almeida última modificação 28/11/2016 13h20 — registrado em: , , , ,
Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos Cidadania e Políticas Públicas, em cumprimento às exigências para a obtenção do título de Mestre em Direitos Humanos e Políticas Públicas, sob orientação da Profª. Drª. Maria de Fátima Ferreira Rodrigues. Resumo: As questões relativas às populações tradicionais, na perspectiva dos Direitos Humanos constituem um relevante tema no âmago da sociedade brasileira, sobre tudo no contexto atual. Assim, no intuito de contribuir para uma investigação mais profunda sobre os grupos étnicos esta dissertação de mestrado tem por objetivo analisar o processo de construção da territorialidade étnica dos quilombolas da comunidade Ipiranga. A comunidade ora investigada está localizada no município do Conde, na mesorregião da Mata Paraibana. Nessa investigação, inicialmente, registramos a trajetória de luta do povo negro no Brasil, mediante sua resistência e a conquista de direitos. No que concerne a comunidade Ipiranga, buscamos analisamos o processo de ocupação tradicional de seu território, bem como as formas de uso tradicional desse território, tais como a agricultura, a pesca e a caça. Além disso, enfatizamos o processo de luta e resistência vivenciados pelos habitantes para não serem alijados de seu território tradicional. Como desdobramento desse processo de luta, discutimos o significado do autorreconhecimento enquanto quilombolas e a importância dos elementos culturais, como o coco de roda Novo Quilombo, na construção da identidade étnica. Do ponto de vista teórico-metodológico, trabalhando na perspectiva da interdisciplinaridade, realizamos uma revisão da literatura sobre a temática em documentos e bibliografias. O trabalho de campo também constituiu uma etapa vital da pesquisa por nos permitir a elucidação os objetivos investigados na comunidade. Os capítulos que integram esta dissertação foram construídos com base nessas metodologias. Assim, a investigação nos possibilitou afirmar a importância do território para a reprodução social e identidade étnica da comunidade. Nesse sentido, chamamos à atenção para a morosidade dos processos administrativos de regularização fundiária no país e a necessidade de ampliação e efetivação das titulações dos territórios quilombolas.
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Arquivo PDF document TERRITÓRIO E MEMÓRIA: a construção da territorialidade étnica da Comunidade quilombola Grilo, Paraíba
por Maria Salomé Lopes Maracajá última modificação 18/01/2017 14h53 — registrado em: , , , , ,
Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal da Paraíba (PPGG/UFPB), como parte dos requisitos para a obtenção do título de Mestre em Geografia. Resumo: Ao abordar a questão étnico-racial, toma-se como referência algumas questões de natureza política, ideológica, social e identitária. O objetivo desta dissertação é de analisar o processo de construção do território e da identidade étnica da Comunidade quilombola Grilo, com base em relatos memorialistas e nos mitos fundadores. A comunidade ora investigada localiza-se, geograficamente, no município de Riachão do Bacamarte, na Mesorregião do Agreste Paraibano. Nesta investigação, destacamos as relações e o processo de resistência dos negros e das negras do Grilo na construção da identidade material e imaterial com o território. Do ponto de vista teórico-metodológico, ressaltamos a importância do debate interdisciplinar na ciência geográfica, assim, buscando ampliar o nosso olhar nesta investigação, procedemos a uma revisão da literatura sobre o tema em documentos e bibliografias, e do trabalho de campo, que é a etapa mais relevante na elucidação dos fenômenos materiais e imateriais da referida comunidade. A combinação dessas metodologias possibilitou a construção deste texto, que compõe a Dissertação de Mestrado. Nessa perspectiva, algumas questões nos levam a afirmar que o território da comunidade quilombola representa para o grupo não só a apropriação de um território marcado pelas relações de poder, como estratégia política, mas também a manutenção da memória herdada dos ancestrais e repassada aos descendentes que se materializam nas relações de vizinhança, solidariedades costumeiras, que contribuem na construção da territorialidade.
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Arquivo PDF document PASSEIO "CON(VER)TIDO": BREVE REFLEXÃO SOBRE A MEMÓRIA E A ESPACIALIDADE DO CENTRO HISTÓRICO PESSOENSE
por Maria de Fátima Ferreira Rodrigues última modificação 28/11/2016 13h13 — registrado em: , ,
Publicado no Cadernos do Logepa, João Pessoa, Vol. 1 n. 1, p. 3-10. Resumo: Este ensaio procura buscar na espacialidade os testemunhos que marcaram e marcam a paisagem urbana de João Pessoa, no sentido de resgatar práticas sociais que expressam o modo de vida e as ações do estado sobre o território. Recuperar aspectos da memória da cidade através de mapas pictóricos, de croquis e de notícias de jornais, a exemplo das trilhas que ligavam a cidade alta à cidade baixa, dos caminhos do bonde, das ruas que eram eminentemente residenciais até o início do século e que hoje estão em processo de degradação, são temas de interesse do ensino de Geografia.
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Arquivo PDF document LUGARES DE MEMÓRIA: JESUÍNO BRILHANTE E OS TESTEMUNHOS DO CANGAÇO NOS SERTÕES DO OESTE POTIGUAR E FRONTEIRA PARAIBANA
por Lúcia Maria de Souza Holanda última modificação 18/01/2017 16h05 — registrado em: , , , ,
Dissertação apresentada ao Programa de PósGraduação em Geografia da Universidade Federal da Paraíba, como requisito parcial para obtenção do título de Mestra em Geografia. Resumo: Esta dissertação analisa o papel de Jesuíno Brilhante no Cangaço e seus possíveis “lugares de memória” enquanto representações de um passado que se faz presente na memória social, através da Geografia das Representações. Para tanto partimos de um esforço interpretativo tendo como referência a passagem do cangaceiro pelos sertões do Rio Grande do Norte e da Paraíba. A argumentação que permeia este estudo é a de que memória, imaginário e representações estão intrinsecamente associadas ao processo de produção socioespacial. Buscamos uma aproximação teórica entre os conceitos de lugar-mundo vivido, território, memória, imaginário e representações sociais, exercitando um diálogo interdisciplinar, que mantém, todavia, a peculiaridade do viés geográfico. A Geografia tem um campo pouco explorado no papel do imaginário como componente das relações socioambientais e socioespaciais. Os simbolismos presentes nas visões de mundo e no imaginário social são também componentes do espaço geográfico. Algumas interpretações simbólicas têm, inclusive, certa origem espacial, que conduz a seu surgimento ainda nos dias de hoje. Tanto história oral, memória e imaginário quanto representações, se organizaram e se manifestaram numa multiplicidade de linguagens, dentro da história do Cangaço de Jesuíno Brilhante. Assim, no que tange aos aspectos metodológicos, a História Oral e o Imaginário Social forneceram elementos que nos possibilitaram melhor compreensão das produções de sentido inerentes ao caráter social das representações que perpassaram o foco da pesquisa. Dentro de sistemas sancionados apareceram crenças e fantasias, raciocínios e intuições: uma gama de elementos fundantes que resultaram das atividades da razão e da imaginação e constituíram o processo de simbolização e do mito do cangaceiro. Desse modo, a Geografia das Representações Sociais e o Imaginário social denotam um fragmento da realidade, como um amálgama, que institui histórica e culturalmente o conjunto das interpretações, das experiências vividas e construídas coletivamente. Consideramos que o tema apresentado merece mais reflexões, mas esperamos com este trabalho fortalecer a relevância de se pesquisar o ser humano na sua plenitude, dando oportunidade de voz aos diversos atores sociais antes marginalizados. A partir tanto da geografia cultural quanto da história oral, podemos ter a oportunidade de ouvir as vozes do sagrado, do poético, do folclórico, do mito, as vozes do sentimento e da razão, as vozes do ser humano em sua plenitude.
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Arquivo PDF document FRONTEIRA ÉTNICA: TABAJARA E COMUNIDADES NEGRAS NO PROCESSO DE TERRITORIALIZAÇÃO DO LITORAL SUL PARAIBANO
por Amanda Christinne Nascimento Marques última modificação 29/11/2016 09h03 — registrado em: , , ,
Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Sergipe – UFS, como requisito para obtenção do título de doutora em Geografia, na Área de Concentração: Organização e Dinâmica dos Espaços Agrário e Regional, sob a Linha de Pesquisa: Produção e Organização do Espaço Agrário. Orientadora: Profª. Drª. Maria Geralda de Almeida. Resumo: Buscamos analisar o processo de territorialização da microrregião do Litoral Sul paraibano, tomando como especificidade a territorialidade étnica dos Tabajara e das Comunidades Negras do Gurugi e Ipiranga.Esses grupos, em momentos históricos diferentes, estabeleceram relações territoriais e interétnicas que os diferenciam e ao mesmo tempo os aproximam. Partimos de algumas questões de reflexão analítica, entre as quais destacamos: Em uma situação de conflito, tal qual se instala, quais dispositivos legais e que sujeitos, famílias oligárquicas e conflitos estão postos nessa porção territorial? Como povos subalternos utilizam suas estratégias de silenciamento/expressões orais para darem visibilidade a sua espacialidade?Em que medida a mistura étnica se apresenta como fator favorável ou desfavorável num processo de reivindicação territorial? Compreender as dimensões do processo de identificação de grupos indígenas e Quilombolas, denominados grupos resistentes e persistentes, requer uma aproximação de conceitos como território, territorialidade e etnia utilizando autores, dentre os quais Raffestin (1993), Moraes (1984), Souza (2003), Santos (1994) e Haesbaert (2002, 2004).Buscamos reconstruir as situações históricas do Litoral Sul, por meio da utilização de documentos datados de 1860 que referenciam o processo de contato e territorialidades étnicas (MARQUES, 2009), a exemplo dos relatórios dos presidentes da província e dos documentos de colonização de terras públicas. Também, um levantamento bibliográfico nas Instituições de Ensino Superior (IES) e análise das legislações e Leis que regulamentam e tratam do processo jurídico-politico das terras indígenas e Quilombolas por meio da leitura das constituições brasileiras, dos decretos presidenciais, das convenções e do Estatuto do Índio. Interpretamos as relações de poder historicamente estabelecidas entre os grupos e o Estado, bem como seus modos de vida, com o auxilio da realização de trabalhos de campo. Avaliamos a hipótese de que existem na legislação brasileira, nos processos demarcatórios, nas representações sobre esses grupos e nas práticas de resistência, elementos que garantem a manutenção da subalternidade. Dessa forma, os conflitos territoriais étnicos têm o Estado como agente de manutenção das relações de subalternidade dessses grupos. Construímos nossa argumentação por meio das teorias pós-coloniais, com o propósito de estabelecer uma leitura do sul, considerando as análises de autores como Said (2011), Spivak (2003;1994), Hall (2003;2006) e Bhabha (1998). Concluimos que os grupos étnicos situados no Litoral Sul, historicamente, lutam para sair da condição de viver no entre-lugar. O sair da condição de fronteira social significa ter seus direitos garantidos em plenitude.
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