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Arquivo PDF document OLHARES SOBRE A CONSTRUÇÃO DA MEMÓRIA DA PROFª ANTÔNIADO SOCORRO SILVA MACHADO: UMA MULHER UMA ESCOLA, UMA QUILOMBOLA.
por Iany Elizabeth da Costa última modificação 16/01/2017 17h43 — registrado em: , ,
Publicado nos anais do III Congresso Nacional de Educação para as Relações Étnico-Raciais: Igualdade racial no ambiente escola. Resumo: O presente artigo faz uma breve analise sobre a figura de D. Antônia do Socorro Silva Machado ou D. Toinha: mulher, professora, negra e quilombola, que foi responsável pela inserção da escolarização na Comunidade Quilombola de Paratibe, João Pessoa – PB. Por essa razão, nos interessou destacar a importância histórica que esta mulher teve e ainda tem dentro da escola da qual foi fundadora e na lembrança do povo quilombola de Paratibe e região, neste sentido, lançaremos nossos olhares sobre as ações de D. Toinha na luta por Educação nesta Comunidade Quilombola, utilizando para isso, de um dos métodos da História Oral (Entrevistas) e da bibliográfica produzida sobre esta mulher, para reconstruir os passos dados por esta educadora em busca de uma Educação de qualidade para seu povo.
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Arquivo PDF document “OLHA OS PIRANGUEIROS!”: TERRITORIALIDADE ÉTNICA E DIREITOS HUMANOS NO MUNICÍPIO DO CONDE/ PB
por Mayra Porto de Almeida última modificação 28/11/2016 13h20 — registrado em: , , , ,
Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos Cidadania e Políticas Públicas, em cumprimento às exigências para a obtenção do título de Mestre em Direitos Humanos e Políticas Públicas, sob orientação da Profª. Drª. Maria de Fátima Ferreira Rodrigues. Resumo: As questões relativas às populações tradicionais, na perspectiva dos Direitos Humanos constituem um relevante tema no âmago da sociedade brasileira, sobre tudo no contexto atual. Assim, no intuito de contribuir para uma investigação mais profunda sobre os grupos étnicos esta dissertação de mestrado tem por objetivo analisar o processo de construção da territorialidade étnica dos quilombolas da comunidade Ipiranga. A comunidade ora investigada está localizada no município do Conde, na mesorregião da Mata Paraibana. Nessa investigação, inicialmente, registramos a trajetória de luta do povo negro no Brasil, mediante sua resistência e a conquista de direitos. No que concerne a comunidade Ipiranga, buscamos analisamos o processo de ocupação tradicional de seu território, bem como as formas de uso tradicional desse território, tais como a agricultura, a pesca e a caça. Além disso, enfatizamos o processo de luta e resistência vivenciados pelos habitantes para não serem alijados de seu território tradicional. Como desdobramento desse processo de luta, discutimos o significado do autorreconhecimento enquanto quilombolas e a importância dos elementos culturais, como o coco de roda Novo Quilombo, na construção da identidade étnica. Do ponto de vista teórico-metodológico, trabalhando na perspectiva da interdisciplinaridade, realizamos uma revisão da literatura sobre a temática em documentos e bibliografias. O trabalho de campo também constituiu uma etapa vital da pesquisa por nos permitir a elucidação os objetivos investigados na comunidade. Os capítulos que integram esta dissertação foram construídos com base nessas metodologias. Assim, a investigação nos possibilitou afirmar a importância do território para a reprodução social e identidade étnica da comunidade. Nesse sentido, chamamos à atenção para a morosidade dos processos administrativos de regularização fundiária no país e a necessidade de ampliação e efetivação das titulações dos territórios quilombolas.
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Arquivo PDF document TERRITÓRIO E MEMÓRIA: a construção da territorialidade étnica da Comunidade quilombola Grilo, Paraíba
por Maria Salomé Lopes Maracajá última modificação 18/01/2017 14h53 — registrado em: , , , , ,
Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal da Paraíba (PPGG/UFPB), como parte dos requisitos para a obtenção do título de Mestre em Geografia. Resumo: Ao abordar a questão étnico-racial, toma-se como referência algumas questões de natureza política, ideológica, social e identitária. O objetivo desta dissertação é de analisar o processo de construção do território e da identidade étnica da Comunidade quilombola Grilo, com base em relatos memorialistas e nos mitos fundadores. A comunidade ora investigada localiza-se, geograficamente, no município de Riachão do Bacamarte, na Mesorregião do Agreste Paraibano. Nesta investigação, destacamos as relações e o processo de resistência dos negros e das negras do Grilo na construção da identidade material e imaterial com o território. Do ponto de vista teórico-metodológico, ressaltamos a importância do debate interdisciplinar na ciência geográfica, assim, buscando ampliar o nosso olhar nesta investigação, procedemos a uma revisão da literatura sobre o tema em documentos e bibliografias, e do trabalho de campo, que é a etapa mais relevante na elucidação dos fenômenos materiais e imateriais da referida comunidade. A combinação dessas metodologias possibilitou a construção deste texto, que compõe a Dissertação de Mestrado. Nessa perspectiva, algumas questões nos levam a afirmar que o território da comunidade quilombola representa para o grupo não só a apropriação de um território marcado pelas relações de poder, como estratégia política, mas também a manutenção da memória herdada dos ancestrais e repassada aos descendentes que se materializam nas relações de vizinhança, solidariedades costumeiras, que contribuem na construção da territorialidade.
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Arquivo PDF document PAISAGENS, GEOSSÍMBOLOS E DIMENSÕES DA CULTURA EM COMUNIDADES QUILOMBOLAS
por Maria de Fátima Ferreira Rodrigues última modificação 28/11/2016 13h13 — registrado em: , ,
Publicado na Mercator, Fortaleza, v. 10, n. 22, p. 103-121, mai./ago. 2011. Resumo: Este trabalho tem como objetivo interpretar as estratégias de resistência de comunidades quilombolas da Paraíba, com destaque para alguns aspectos da memória social que coloca em cena a alteridade, e também conquistas decorrentes de processos organizativos fundados num ideal democrático, cujos argumentos políticos estão respaldados em pressupostos históricos e em Tratados Internacionais ratifi cados pelo Estado brasileiro. Adotamos como referência para a pesquisa, duas escalas de análise: a escala estadual, com a qual trabalhamos a pesquisa documental e dados quantitativos, aportados em órgãos e portais especializados, e a escala local com a qual trabalhamos as comunidades de Caiana dos Crioulos, Pitombeira e Paratibe. Utilizamos como principais referências teóricas ANJOS (2006), RATTS (2003) e ARRUTI (2003), para abordarmos o território e a questão étnica; ALMEIDA (2004), HAESBAERT (2004a, 2008b) e ANDRADE (1995), para discutirmos o território do ponto de vista institucional e simbólico; ancoramos-nos em HALBWACHS (1990), BOSI (1992) e LE GOFF (1994) para registrar aspectos signifi cativos da memória coletiva, dada a sua importância no processo identitário e, para nos fundamentarmos sobre os procedimentos adequados a uma abordagem oral na pesquisa, buscamos apoio em QUEIROZ (1988) e AMADO, J.; FERREIRA, M.M. (2001).
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