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UFPB TERÁ PARQUE TECNOLÓGICO SUSTENTÁVEL

Desde março de 2019 a INOVA-UFPB e a Reitoria começaram a lançar os fundamentos da ampliação da estrutura da Incubadora de Base Tecnológica.
por Cleverton R. Fernandes publicado: 08/08/2020 09h16, última modificação: 08/08/2020 10h20
Exibir carrossel de imagens Esboço da localização do novo Parque Tecnológico da UFPB.

Esboço da localização do novo Parque Tecnológico da UFPB.

Entre os anos de 2013 a 2019 o Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) deu um salto jurídico, organizacional e estrutural (com a nova sede em 2018), passando de uma mera Coordenação Geral de Inovação Tecnológica (CGIT), vinculada a antiga Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPG) e baseada na Resolução CONSUNI Nº 015/2006, para, entre 2013 a 2014, se tornar a Agência UFPB de Inovação Tecnológica (INOVA-UFPB), conforme as Resoluções CONSUNI Nº 041/2013 e Nº 008/2014. Essa última Resolução, por exemplo, deixa evidente, em seu Art. 20, a responsabilidade exclusiva da Diretoria de Incubação Empresarial de Base Tecnológica (DIEBT/INOVA-UFPB) em opinar sobre a implantação de parques tecnológicos, incubadoras etc. no âmbito da UFPB.  


A DIEBT, braço da INOVA-UFPB, é a responsável pelas ações de pré-incubação e incubação de empresas de base tecnológica ou atividades de empreendedorismo vinculadas à UFPB, conforme as Resoluções CONSUNI Nº 018/2017 e Nº 002/2019. A partir de março de 2019 começaram os diálogos para a estruturação do espaço de incubação da UFPB na forma de Parque Tecnológico. Uma pujante e necessária ampliação que poderá escoar, na forma de vitrine, a profícua produção tecnológica da UFPB, reconhecida nacional e internacionalmente. Valendo destacar que, por dois anos consecutivos, a UFPB se mantém como a primeira colocada isolada em proteções por patente no Brasil, isso o ranking abrangendo grandes empresas/organizações privadas e empresas, organizações e instituições públicas.


O novo espaço poderá agregar ao atual formato de incubação descentralizada, com suporte direto dos Centros da UFPB (conforme Edital Nº 01/2019 de credencialmento dos Centros e Órgãos Suplementares da UFPB), proporcionando um ambiente bem estruturado, localizado e um ambiente híbrido (público-privado), nesse último caso, permitindo a edificação, locação e uso dos espaços por empresas privadas recém ou já constituídas. O Parque Tecnológico da UFPB poderá compor e reunir diferentes atores e players nacionais e internacionais, uma verdadeira e salutar simbiose entre ciência-mercado-inovação-sustentabilidade, alavancando a vocação empreendedora, social, responsável e sustentável tanto da UFPB como do Estado da Paraíba.


O Parque Tecnológico ficará localizado no terreno em frente ao Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, entre a via Expressa Padre Zé, a BR-230 e a Avenida Dom Pedro II. A edificação contará com cinco prédios: o principal, ao centro, que será formado por três partes; e outras quatro construções modulares, sendo duas mais ao lado da Avenida Dom Pedro II e as outras duas mais ao lado Sul, entre a BR-230 e a via Expressa Padre Zé. O acesso ao Parque Tecnológica terá auxílio de uma passarela que ligará ele ao terreno da UFPB nas proximidades do Departamento de Música, próximo da Sala de Concertos Radegundis Feitosa.


Todas as edificações terão auxílio de geração de energia autônoma mista, eólica e solar, aproveitamento da água da chuva, e consumo inteligente e sustentável em conformidade com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da Organização das Nações Unidas. O Parque Tecnológico da UFPB contará com Setor Empresarial, Setor Administrativo, Setor de Convivência e Setor de Serviço (vide detalhamento na Foto 03). Será dotado, ainda, de salas de incubação, salas empresariais, restaurante, lojas, lanchonetes/cafeteria, sala de jogos, copa, área administrativa e financeira, banheiros/vestiários, biblioteca, sala de criatividade/inovação, mini-laboratórios, auditório e salas de reuniões presenciais/virtuais. A previsão é que os projetos executivos e planejamento de obras se iniciem ainda no primeiro semestre de 2021. 


Fonte: DIEBT/INOVA-UFPB.